Elvis 1956


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

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Dolores Hart foi uma estrela de Hollywood nos anos 50. Beijou o rei do Rock´n´Roll e contracenou em dez longas metragens. Hoje é a irmã Dolores, dedicou a vida a Deus e vive numa abadia, na pequena cidade de Bethelem, nos EUA, que acolhe mais de 40 freiras.

Hart regressa agora à ribalta, mas por motivos muito diferentes. A abadia de Regina Laudis, onde mora desde 1963, ano em que abandonou a carreira de actriz com apenas 24 anos, está em dificuldades. O mau estado de conservação do edifício obriga a obras de reparação que podem chegar a um valor perto dos 4 milhões de euros.

Sem dinheiro para financiar as obras, Dolores decidiu aproveitar a sua história de vida para ajudar as “irmãs”. A ex-actriz espera que a publicidade facilite a angariação de fundos.

Deixou tudo para trás em nome de Deus, inclusivamente o noivo, que após o cancelamento do casamento manteve-se do lado de Dolores, sendo um visitante frequente da abadia.

“Ainda hoje me perguntam se Elvis beijava bem. Não sei porque me perguntam isso, está tudo à vista no ecrã, é só observar”, conta Dolores que contracenou com Elvis Presley em dois filmes, `King Creole´ e `Loving You´.

Mas o corte com Hollywood não foi radical. Ainda é um membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas – a entidade que organiza e entrega os Óscares – e participa activamente na selecção dos melhores filmes do ano, recebendo na abadia as cópias dos mesmos.





dolores hart foi um lindo e polemico romance de elvis presley polemico porque até hoje dizem que ela tem um filho de elvis, e que esta teria sido a causa de seu afastamento de hollywood e dizem que a culpa é do coronel que náo a queria mais perto do seu garoto ele achava que um filho seria o fim da carreira de elvis,, bom isso sáo só lendas como as muitas outras que tras o nome elvis presley e sera sempre asim.............
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continuaçáo do livro Elvis What Happened?


Capítulo - 11

Elvis Presley hoje está gordo e mais velho, mas com um único golpe de suas pestanas longas, escuras ele pode comandar a adoração de qualquer uma de milhões de mulheres de qualquer idade. As mulheres parecem esquecer que estamos no século XX, quando Presley sobe ao palco, e voltam à maneira antiga de adorar ídolos jogando a cautela e as convenções ao vento.
Seja lá o que for que ele tem, ele provoca uma reação que traz de volta a tona o Neanderthal as mulheres, talvez seja semelhante à forma como Farrah Fawcett-Majors afeta os homens. Mas voltando aos dias que Elvis tinha vinte anos e prestes a subir a bordo de uma montanha-russa que o levou a um dos passeios mais incríveis da história do showbusiness, ele certamente não foi nenhum stud – garanhão – no sentido moderno da palavra.
Havia de fato uma legião de adolescentes que o adorava, mas a sua timidez natural, e possivelmente a crença de que “tudo não passava de showbiz,” disse que não era Elvis Presley quem adoravam apenas a sua imagem. Ele zombaria dessa imagem, divertindo-se com a caricatura que ele apresenta no palco. Mesmo hoje, nos seus momentos mais calmos, ele ainda não leva a sua imagem muito a sério. Quando ele entra no palco vestindo uma roupa extravagante, ele é capaz de dizer ao público. “Aqui estou nesta indumentária de Superman.” É uma honestidade que agrada.
E, no início ele manteve-se bastante bem sob controle


ELVIS: O QUE ACONTECEU?

até tirar proveito de todas as mulheres que se atiravam para ele. Ele era, segundo Red, “mais obcecado em tornar-se um artista por causa de sua mãe do que correr atrás de garotas. Ele acreditava no seu canto, ele acreditava em viver uma vida honesta. Ele gostava muito de sua arte. Ele não era nenhum maricas em relação as meninas, mas também não era nenhum cão farejador dentro e fora da cama de todas, pelo menos não naqueles dias. Mais do que tudo, o êxito significou dizer que graças a sua mãe todo o trabalho árduo e sacrifício não foram em vão.”

A devoção de Elvis a sua mãe, e a sua devoção a ele constituem talvez uma das maiores histórias de amor do nosso tempo. E, se ela estivesse viva, os excessos que Presley se permitiu, sem dúvida, seriam mínimos. E sem dúvida pode-se imaginar que uma personalidade mais disciplinada poderia ter evoluído.
 
 
 
“Até ele entrar para o exército,” recorda Red, “ele praticamente só estava envolvido com duas garotas, do Sul, ambas encantadoras e muito bonitas. Uma delas era Dixie Locke e a outra era uma dama chamada Anita Wood. Ele nunca se aproveitou de quem ele era. Somente por volta de 1955 a 1956 houve uma mudança gradual
“Ele ainda tinha algumas regras muito rigorosas quando se tratava de mulheres. Ele nunca vai tolerar qualquer um dos rapazes falando palavrões em frente de senhoras, e ele realmente se desligava de algum amigo que saísse com uma mulher casada ou divorciada. As coisas mudaram, naturalmente.
“Ele era o sonho de toda mãe. Ele diria ‘sim senhora’ e ‘não senhora’ até a morte. Ele sempre se levantava quando uma mulher entrava na sala. Ele era muito genuíno no início.
“Mas então,” diz Red, “quando Elvis ficou mais velho, tornou-se parte de sua arenga. Ele realmente desenvolveu aquele papel de country boy com as mulheres. Nos anos posteriores já não era mais natural, tornou-se sua regra.”
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Mas onde Red notou uma mudança gradual foi “em direção ao final de 1955, Elvis repentinamente descobriu que ele era um cara muito atraente tanto no palco como fora do palco. E ele começou a perceber que as mulheres gostavam de ir para a cama tanto como os homens. Um dia em Memphis passeávamos no Crow Victoria e encontramos duas garotas. Eu acho que as conhecíamos vagamente. Eram mais sedutoras do que qualquer outra coisa.”
Red e Presley encostaram para o lado das garotas e se ofereceram para levá-las para dar uma volta. As rainhas da ingenuidade é que não eram, e Red percebeu que ele e seu patrão iriam receber mais do que “somente uma volta” com eles. Em outro momento anterior, Presley, muito provavelmente, teria dito a Red, “Eu acho que mamãe não esperaria isso de mim.”
“Eu ainda morava com minha mãe,” Red continua, no Hurt Housing Project. Mamãe - Louis West era o nome dela, estava separada do meu pai, vivíamos juntos no apartamento do projeto habitacional. Ela trabalhava durante o dia. Bem, esse dia minha mãe estava no trabalho.”
 
 
 
Portanto, ele, Presley e as meninas terminaram no apartamento de Red West. Houve algumas preliminares desajeitadas e chegou o momento do acasalamento. Red pegou uma das meninas na sala, e Presley desapareceu com a sua garota no quarto da senhora Lois West. Agora, a mãe de Red tinha dores nas costas. A cama era muito velha, arqueada e mole, mas Red e sua mãe não podiam se permitir comprar uma nova. Em vez disso, Red tinha deixado a cama mais cômoda para sua mãe pondo uma grande placa dura de madeira embaixo do colchão para lhe dar uma firmeza extra. Red e sua garota estavam rolando na cama dele, fazendo o óbvio quando “repentinamente”, diz Red, “ouço um grito, um guincho, algo estralando, e muitas gargalhadas vindo do quarto de minha mãe.” Red apressadamente puxou suas calças e saiu correndo.
“Maldição pensei talvez
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

ela tivesse mudado de idéia e Elvis forçou a barra – embora ele nunca foi esse tipo de cara. Eu não sabia o que pensar. De qualquer maneira, eu corro para dentro do quarto.”
Aparentemente, Elvis estava aplicando o ato de amor com tal vigor que tinha quebrado a placa de madeira que estava debaixo do colchão. O grande momento do êxtase foi pontuado pelo som da madeira rachando. Red ri ao lembrar-se. “Deve ter sido um choque em tanto. Imagine a menina. Lá está ela recebendo-o e repentinamente o mundo inteiro cai abaixo dela. Entrei no quarto e lá estão eles seminus rindo como crianças de escola na cama quebrada.
 
 
“Foi muito engraçado, mas na hora pensei, caramba, man, o velho Elvis está começando a perder a sua timidez. Elvis então começou a relaxar muito mais quando tinha garotas em volta. Como tudo. Quando Elvis gosta de algo, ele o faz o tempo todo. Uma vez que ele descobriu como era fácil adquirir garotas, as levávamos para seus quartos, as vezes duas ou três por dia. Aquele rapaz tinha uma grande constituição física durante aqueles primeiros dias.”
 
 
Foi esse recém-descoberto apetite do jovem Presley que indiretamente levou a um confronto cheio de energia entre Red e o maior guru de todos os tempos do showbusiness, o Coronel Tom Parker. Foi também a primeira reunião de Red com o homem que ele aprendeu a gostar e respeitar ao longo dos anos como “Um grande pai.”
Era 1956 e o Coronel Parker estava cuidando dos negócios de Elvis por volta de um mês.
“Acho que estávamos em algum lugar como a Carolina do Sul,” diz Red West, “e Elvis tinha um show na noite seguinte em Virginia. Quando fazíamos esses lugares costa a costa, não havia muito tempo para brincar. Era o caso de fazer o show, comer alguma coisa, puxar um ronco e se mexer no dia seguinte levando o carro para o próximo lugar. O ritmo pode se tornar muito cansativo.
“Esta determinada noite, Elvis com seus hábitos recém adquiridos com meninas pegou esta gatinha muito bonita. Ele a levou para o quarto do motel e se aninhou com ela.
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Bem. Agora, na manhã seguinte, levanto e começo a bater em sua porta. Eu batia e gritava, ‘Vamos, man, nós temos que pegar a estrada. Temos que ir para Virgínia.’ Nós já estamos atrasados. Bem, seja lá o que aquela garota fazia, Elvis gostou dela, porque ele não saiu do quarto com ela. Quando ele finalmente saiu, parecia que ele tinha estado numa batedeira de ovos. Ela realmente deu-lhe o que fazer. Bem, estávamos realmente atrasados agora. É tempo de inverno e está nevando e chovendo, um frio dos infernos. Nós pulamos no carro, e dirijo como louco com neve e tudo rumo à Virgínia, para este auditório. Não sei como não morremos naquela viagem – foi uma loucura.
 
 
“De qualquer maneira, depois de uma viagem horripilante, chegamos lá. Eu acho que chegamos quinze minutos atrasados, ou algo parecido. Ainda estava nevando como o inferno, mas em frente deste ginásio vejo esse cara louco de camiseta. Saio do carro e noto que ele está fumando um charuto e ele tem uma expressão em seu rosto como se fosse matar. Agora, me matar, não a Elvis. Então percebo que, apesar do fato dele estar vestindo uma camiseta nesta neve maldita, ele trabalha tanto que está até suando. Oh, Lord, sem ninguém me apresentar eu sabia que tinha encontrado o Coronel.
 
 
“Ele apenas me olha como se fosse arrancar um pedaço do meu rabo. Imediatamente ele começa, ‘Onde diabos você estava? Sabe que horas são? Tenho essas pessoas esperando e você está muito atrasado. Você não pode manter as pessoas esperando. Quem você acha que é?’ Man, eu queria cavar um buraco e mergulhar dentro. Elvis não disse uma palavra. Ele apenas escorregou para dentro e vestiu-se.
 
 
“Fiquei com medo de chegar perto do Coronel a noite toda. Ele começou uma tendência. Quando saia algo errado com Elvis, era sempre a minha culpa. Ele ia direto a mim. Mais tarde, aprendi que ele me tinha como responsável pela estrela era o seu modo de mostrar que ele confiava na minha responsabilidade. E man, eu tenho que respeitar isso, ole boy.
 
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

“Com ele, era pragmático de qualquer modo. Ele trabalhava dia e noite para Elvis. Juntos, são como duas partes, que quando somadas se tornam um todo. É um severo homem de negócios, mas ele vivi e respira o trabalho de promoção do seu garoto, como ele costuma chamá-lo. Elvis construiu sua fortuna sobre contratos incríveis que ele conseguiu.
“Porém tão firme quanto o seu menino, eu nunca o vi voltar atrás com a sua palavra. Já ouvi várias histórias sobre o Coronel Tom, mas uma coisa é certa: uma vez que ele deu a sua palavra e o seu aperto de mão, ele teria perdido um braço a voltar atrás na palavra.”
 
 
 
As histórias sobre o Coronel cigar-chomping –cortina de fumaça- do Sul, são inúmeras como são as próprias histórias sobre Presley. Mas o Coronel aparentemente opta por não ignorá-las. Ele vive tranqüilamente com sua esposa em uma casa imaculada em Palm-Springs - que, os rapazes West juram, é tão limpa que você pode fazer uma refeição de três pratos no acesso para carros. A maioria dos dias ele começa a trabalhar às seis da manhã, berrando acordos em um telefone. Ele tem um fiel assistente, Tom Diskin. Ele não tem uma grande rotatividade de pessoal. Aqueles que trabalham para ele dão conta do recado têm sido assim, de uma forma ou de outra, desde que ele entrou no negócio. O acordo financeiro entre ele e Elvis não é conhecido, embora alguns digam que o Coronel Tom possua cinqüenta por cento da sociedade.
 
 
Talvez a razão para o Coronel, aparentemente não ter tido tempo para negar algumas das mais escrabosas histórias sobre ele, é que praticamente todo o seu tempo foi dedicado à promoção de Elvis Presley. Ou pode simplesmente ser o instinto do verdadeiro promotor: Não importa o que digam de você, contanto que falem de você (e soletrem o seu nome direito).
Até Tom Parker completar dezoito anos, ele trabalhou em todos os tipos de biscates para o seu tio, que na época dirigia o Great Parker Pony Circus, que, apesar do nome imponente, era de tão mau gosto como a maioria dos shows dos anos vinte. Depois disso ele se virou por contra própria,
 

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

  especializando-se na promoção de
circos, mas fazendo todos os outros tipos de biscates até, ocasionalmente,
quiromancia.
   Em 1934, Parker
então com vinte e quatro anos, decidiu se aprofundar no negócio de circo.
Tornou-se um assessor de imprensa e promotor de transações, e descobriu que
poderia ter uma vida satisfatória.

   Naquele tempo,
algumas das maiores e mais equipadas feiras, shows itinerantes e carnivais; contavam com os nomes mais
conhecidos do country and western da
área. O jovem Parker viu um modo melhor de fazer dólares promovendo homens da
música: Colocando um anúncio promocional em um jornal, que oferecia um desconto
ao comprador que adquirisse o cupom em certa loja de departamento ou
supermercado. A loja atuaria como vendedora de bilhetes de um determinado show
– e também estaria atraindo novos clientes, em potencial, para o seu próprio
negócio. Às vezes, Parker seria capaz de convencer a loja a  arcar com as despesas: anúncios de jornais.
Foi um dos primeiros homens do país a promover um show “vinculado” a um evento
completamente distinto. A idéia hoje, é um dos pilares da promoção. Não havia
muita grama crescendo sobre os pés de Tom Parker naqueles dias no Sul, no auge
da Grande Depressão.


A primeira experiência de Tom Parker em se tratando de um
único talento veio através de Gene Austin, que inundou o mercado fonográfico
como seu hit “My Blue Heaven”. Ele promoveu uma série de concertos para Austin
em auditórios e provou a si mesmo que sabia mais da velha arte da promoção do
que a maior parte dos promotores veteranos tinha aprendido. Deu-lhe confiança e
concentrou sua ambição. A música foi, como diriam em uma época mais tarde,
“onde está” na medida em que Tom Praker
se preocupava agora.
   A fama de trabalhador
obsessivo de Tom Parker e sua visão para a promoção começaram a se espalhar.
Eddy Arnold, que mais tarde se tornaria uma lenda da música country, decidiu
contratá-lo como agente de promoção de uma de suas turnês. Tom


ELVIS: O QUE ACONTECEU?


Parker viu o momento como a grande oportunidade de alcançar
o sucesso.
   Antes que Arnold
chegasse à cidade havia uma infinidade de artigos característicos e
promocionais repousando na mesa do escritório do jornal local, todos prontos
para  impressão. Eles haviam sido criados
por um escritor freelance chamado Tom
Parker. Panfletos, cartazes de parede, artigos de jornal, entrevistas de rádio
- estavam todos lá, esperando a comitiva de Arnold chegar, dar o recado e
vencer. Tom Parker não deixou nenhuma área de exploração intocada. Arnold ficou
tão impressionado que finalmente o aceitou como seu gerente pessoal. Foi uma
jogada que ele nunca se arrependeu. “Tom, porque você não arranja um hobby?”
Uma vez ele perguntou a Parker.
   Tom Parker olhou
para ele, tragou profundamente um charuto, e respondeu, “Eddy você é meu
hobby.”


Através de seu próprio talento tanto como o de Arnold,
Parker foi capaz de trazer o grande cantor country abaixo das asas da RCA
Victor. Aquele contato, mais tarde, foi responsável pela decolagem da carreira
de Elvis Presley.

   A parceria Arnold-Parker
durou de 1942 a
1951. Seja qual for à razão para a separação, não foi proveniente, tanto da
parte de Arnold como da parte do Coronel Tom. Ambos os homens só têm coisas
corteses para dizer um do outro.


Sempre
havia um lugar para o “grande promotor” no showbusines,mas no campo da música country, do início dos anos 1950, as estações de
rádio do Sul e do Grand Ole Opry – meca da música country, ambos tinham a sua
própria máquina de talentos. Parker foi capaz de várias ações, mas não, até que
ele pegou Hank Sonw, em 1954, que a sua grande oportunidade surgiu.


   Snow, um Canadense, tinha chegado ao Opry em
Nashville por um caminho longo e tortuoso. Embora seja um nome familiar no seu
Canadá de origem, ele ainda era um desconhecido nos Estados Unidos. O Coronel
Tom mudou tudo isso com seu método
antiquado hard-sell – forte e persistente
publicidade – e a ligação importantíssima com a RCA Victor. Enquanto Hank Snow
estava vendendo mais de um milhão de cópias de seu “I Don’t Hurt Anymore”,



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

Elvis
Presley escutava-o através da rádio de Memphis, entre as suas funções,
dirigindo o  caminhão da Crown Electric Company. Nunca em seus
sonhos Presley imaginou que eclipsaria o mestre.  


   Logo no final de 1955, Sam Phillips da Sun
Records em Memphis, fazia um bom trabalho na divulgação dos lançamentos de
Presley nas imediações. Mas Sam, que também tinha Jerry Lee Lewis, Jonny Cash e
Roy Orbison no seu estábulo, achou que talvez Presley estivesse pronto para o
grande salto. Ele foi a Randy Wood, o chefe da Dot Records em Los Angeles, com uma
proposta para vender o contrato de Presley por $ 7.500 dólares, uma soma
gigantesca naqueles dias. Randy Wood era um bom homem de negócios, como Sam, ele
achava que Presley podia fazer alguns discos quentes, mas que “ele era apenas
fogo de palha.” Além disso, explicou Wood ele tinha um novo contratado quente,
um cantor que duraria para sempre. O seu nome era Pat Boone.



   Mas mesmo que Randy Wood estivesse dizendo
não a Sam Phillips, Oscar Davis entoava louvores de Presley ao Coronel Tom.
Embora o Coronel respeitasse a avaliação de Davis, ele não fez um movimento até
que Steve Sholes começasse a ecoar o pensamento de Davis.




O Louisiana Hayride operava da mesma forma que o Grand Ole
Opry, exceto que era realizado e transmitido em Shreveport, Louisiana. O
Coronel Tom foi para Shreveport e ouviu Presley. A conversão foi imediata. E
assim foi o seu reconhecimento de um fator vital sobre Presley: Ele era o único
artista masculino que vendia o que tantas artistas femininas vendiam – sexo.
Desde então, naturalmente, todas as estrelas de rock tem isso no show, mas
naqueles dias cantores do sexo masculino



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

eram românticos, tristes,
heróicos, inspiradores, de coração partido – mas nunca sexy.

   O Coronel Tom encontrou Presley e gostou
dele a primeira vista. Ele gostou da maneira como ele reagiu à direção; ele
gostou de sua dedicação. E havia um ingrediente a mais que o Coronel Tom iria
explorar a toda sua excelência: enquanto Presley no palco era uma massa
fervilhante de sensualidade, fora do palco ele era humilde e educado. Esse
contraste se resultaria em
dinamite. Aqui estava um homem, as meninas raciocinariam, que
estava sempre lutando para controlar o demônio dentro dele. Foi o “pulo do gato”
que enriqueceu muitas pessoas ligadas ao jovem motorista de caminhão, de
Memphis.



   “O Coronel,” diz Red, “se ofereceu para
ajudar Bob Neal a empurrar Elvis a áreas onde Bob não conhecia. O velho
conhecia este país como a palma da sua mão. Ele tinha viajado junto com Gene
Austin, Eddy Arnold e Hank Snow nas suas turnês. Era só uma questão de tempo
antes que o Coronel assumisse em tempo integral a carreira de Elvis. Não houve desentendimentos.
O Coronel não furou os olhos de Bob. Foi um consentimento mútuo. Ambos os
homens têm grande respeito pelo outro. Elvis havia superado Memphis, e estava
ansioso por seu desempenho.

Na primeira contratação formal com o Coronel Tom, Presley
obteve a sua primeira grande oportunidade, colocando-o no Louisiana Hayride,
embora ele não o tivesse visto antes de Sheveport. Quando perguntado sobre
determinada parte da carreira de Presley, o Coronel provavelmente dará aquela
risada com a barriga tremendo da qual ele é bem conhecido, entre os seus
associados, e dirá, “Rapaz, eu o coloquei no Louisiana Hayride.”


    Quando Presley
disse ao Coronel que ele e os Blue Moon Boys receberam tratamento de segunda da
equipe de audição do Arthur Godfrey Show,o Coronel o olhou nos olhos e, numa voz que instilou confiança imediata no
jovem disse: “Garoto, nós teremos Nova York e tanto dinheiro que você não
poderá acreditar.” Se alguém em volta de Elvis achou que era

ELVIS: O QUE ACONTECEU?

exagero do Coronel deveriam
mudar de idéia rápido. Menos de três meses após Randy Wood recusar a compra do
contrato de Presley, por $ 7.500 dólares, os contatos próximos ao Coronel com a
RCA Victor valeram a pena. Ele vendeu o contrato de gravação de Presley por $
35.000 dólares, um montante sem precedentes naquele tempo.


   “Agora, por volta desse tempo, ou talvez
tenha sido antes de ele assinar com a RCA,” diz Red,  “Elvis ainda estava em turnê. Ele estava num
patamar mais alto, é claro, e houve momentos em
que ele apareceu no mesmo show com Johnny Cash e Hank Snow. Naqueles
shows eles combinavam a seqüencia na qual se apresentariam. Dependendo da
mistura do show, a estrela normalmente se apresentava por último. Sempre que
Elvis estava com Hank Snow, Hank sempre insistia em ir depois. Não era uma
questão de ego, era simplesmente que ele era a estrela. 


“Uma noite, eu acho que foi
no Alabama, houve um grande show, um realmente grande, quando todos os astros
da música country estavam lá, e era para Elvis ir antes de Hank.


   “Bem, Elvis simplesmente despedaçou aquele
público. Agora era a vez de Hank, e ele fez um grande show, mas foi
decepcionante para o público depois da apresentação de Elvis. Hank era M.C. e,
como um verdadeiro cavalheiro que era apenas disse, ‘De agora em diante é
melhor me colocarem antes do rapaz.’ Foi o reconhecimento de um dos maiores de
todos os tempos, de que Elvis era a estrela. Era assim que aqueles country boys eram. Nenhum ciúme, nada.
Você não vê algo parecido com isso no showbusiness
de hoje.”


   A primeira gravação de Elvis Presley com a
RCA Victor foi uma música que soava como se ele estivesse cantando em um quarto
vazio, um longo túnel, uma câmara de eco. Soou estranho aos ouvidos leigos.
Chamava-se “Heartbreak Hotel”, e vendeu um milhão de cópias em tempo recorde. A
RCA em seguida re-lançou quatro números de Presley, todos venderam um milhão de
cópias. Ele continuou a graver: “I Want You, I Need You, I Love You.” Novamente
um milhão de cópias.  



ELVIS: O QUE ACONTECEU?

A indústria fonográfica enlouquecia. De
onde saiu esse garoto? O mercado adolescente estava frenético, e os seus pais
também. Em 1956, Elvis Presley através de uma jogada de mestre de Parker, foi
coroado rei.


Sonny West, que viajava com o Coronel
Tom, e ficou mais intimo dele do que qualquer outro da Máfia de Memphis relata:
“É por isso que todas aquelas histórias sobre ele e os seus primeiros dias soam
como lixo para mim. Ele era um cara duro e trabalhador, que tinha sabedoria e o
senso comum à moda antiga.


Nos anos posteriores houve momentos em que Presley teria
descartado alegremente o Coronel Tom Parker. “Mas”, Como Sonny observa, “sem o
Coronel Tom nunca haveria um Elvis Presley. Eles fazem parte de um todo.”





   Quando a RCA Victor comprou o contrato de Elvis Presley por fabulosos $
35.000 dólares, eles generosamente deram um bônus de $ 5.000 dólares para o
jovem cantor. A primeira coisa que ele fez, foi sair e gastar tudo em um Cadillac cor de
rosa para a sua mãe. Era quase como se ele tivesse tido uma premonição de que
ela não estaria com ele por muito mais tempo.







continua...........