Elvis 1956


sábado, 5 de julho de 2014

CORONEL TOM PARKER O HOMEM QUE CONSTRUIU E DESTRUIU ELVIS PRESLEY PARTE 2




O clube se tornou elite em Hollywood, onde pessoas queriam fazer parte dele.
Apesar de não ser cobrados dinheiro dos membros, o clube custou U$ 10.000 para ser criado. Nunca foi perdido nenhum membro

O coronel tivera provas irrefutáveis do estado de Elvis em 21 de maio de 1977, em Louisville.
Larry Geller se encontrava no hotel, na ante-sala sa suite de Elvis, esperando que o Dr. Nick terminasse de ministrar as drogas que transformavam um homem doente e letárgico num artista cheio de energia.
De repente, bateram forte na porta, quando Geller atendeu, viu-se diante de Tom Parker, apoiado na bengala, muito irritado.
Geller espantou-se, não era costume de Parker ir aos aposentos privativos de Elvis durante uma
 turnê.

Onde está ele? Exigiu saber o coronel.
Geller respondeu que ia avisar Elvis de que ele estava ali.
Não, eu vou entrar! disse o coronel rispidamente, esbarrando em Geller ao passar.
Parker abriu a porta e deparou com uma cena chocante:
Elvis gemia, semiconsciente, enquanto o Dr Nick tentava desesperadamente ressuscita-lo.
Primeiro, Geller sentiu um aperto no coração, depois o aperto virou alívio:



Enfim o coronel via Elvis em sua pior forma. O astro nunca estivera tão dopado e doente. Decerto agora o coronel ia interromper as turnês e providenciar tratamento,
No entanto, em vez disso, Parker saiu do quarto aos gritos:
Preste atenção! Berrou para Geller, golpeando o ar com a bengala, o que importa é que ele tem que estar naquele palco esta noite!
Geller ficou horrorizado. Como alguem podia ser tão desumano?..."
Certa vez o circo que ele gerenciava, se instalou no meio de um terreno que servia de pastagem.
O Coronel pediu ao dono deste terreno, que deixasse o gado solto durante a noite...
No dia seguinte, que seria a estreia, o terreno em volta do circo estava cheio de "bosta" de vaca!
O Coronel pegou uma enxada e fez uma trilha na direção da porta do circo, e depois voltou para o início da trilha e começou a cobrar 1 dolar para quem quisesse passar pelo caminho que ele abriu e não quisesse sujar os calçados de "bosta!". Viva Tom Parker!!!
Segundo o produtor Jerry Weintraub, ele separou uma briga durante o funeral de Elvis entre o Coronel e Vernon Presley.

Na ocasião o Coronel Tom Parker, disse para Vernon que era apropriado vender lembranças de luto de Elvis na rua. Vernon não gostou nada nada da história.
Então começou uma discussão feia sobre o assunto.
Weintraub disse, "O que há de errado com vcs? O corpo dele está na sala ao lado. Estamos prestes a sair para o funeral. Tenham algum respeito ".

"Que momento bizarro, o mundo inteiro se reuniram em torno da casa em lágrimas, e em um quarto na casa, o velho e o Coronel discutindo sobre T-shirts".

O Coronel ficou diante do caixão aberto, cravejado de cobre, no qual o ícone Elvis Presley estava descansando: inchado em um terno branco - camisa azul, gravata prateada.
Ao contrário de amigos e confidentes de Elvis vestidos com ternos pretos prestando suas últimas homenagens, Parker trajado com tema havaiano ele carregava uma palmeira impressa na camisa de seda e um boné de beisebol.

Ele não estava próximo do caixão para se despedir pela ultim vez de sua estrela, cuja receita ele recolheu cerca de 100 milhões de dólares, ele também se recusou a carregar o caixão.

Parker fez sua última aparição pública em 1994. Neste ponto, ele era um homem doente que mal conseguia sair de sua própria casa. Em 20 de janeiro de 1997, a esposa de Parker ouviu um som batendo da sala de estar, e quando nenhuma resposta foi ouvida de sua chama, ela o encontrou caído sobre sua cadeira.
Ele tinha sofrido um acidente vascular cerebral.
Parker morreu no dia seguinte em Las Vegas, Nevada em 87 anos de idade. Seu atestado de óbito consta como sua terra natal, Holanda, mas a sua cidadania era americana.

Seu funeral foi realizado no hotel Hilton, e foi assistido por amigos e ex-associados. Priscilla compareceram para representar o Elvis Presley Estate, e deu uma elogio que, para muitos na sala, resumiu perfeitamente Parker:.
"- Elvis eo Coronel fez história juntos, e o mundo é mais rico, melhor e muito mais interessante por causa de sua colaboração e agora eu preciso encontrar minha carteira, porque eu percebi que não havia bilheteria para entrar aqui, mas tenho certeza de que o coronel deve ter arranjado algum pedágio na saída

25 de fevereiro de 1961. Claridge Hotel.
ELVIS tinha saído do exército a quase um ano e durante esse tempo ele não tinha se apresentado em luga algum. Sua apresentação para público havia sido a gravação Sinatra Special para a televisão. Ele chamou a Coronel e disse que precisava de uma platéia ao vivo novamente. Ele pediu para o Coronel alinhar um show para ele.



O coronel não queria Elvis para se apresentar ao vivo novamente, mas já que ele não poderia proibir o seu cliente de fazê-lo, ele fez mais do que ele via como uma situação ruim,
.. .. através da criação de um concerto de caridade no Auditório Memphis 'Ellis. Ele fez com que Elvis fizesse dois shows e uma aparição em um almoço de US $ 100 por convite, com todos os rendimentos que iriam para uma variedade de instituições de caridade, incluindo um fundo de leite para crianças carentes e uma creche. Elvis pagou as despesas para os concertos de seu próprio bolso.

O coronel garantiu receber crédito por suas boas obras - jogando moedas de um centavo para crianças carentes sempre foi bom para os negócios, qualquer negócio, mas ele tinha um motivo para a criação do show do jeito que ele fez.
A mensagem era clara : Elvis poderia se apresentar ao vivo a qualquer hora que ele quisesse, se era isso que ele queria fazer, mas não seria permitido a Elvis ganhar dinheiro com as performances. Pelo contrário, ele teria que pagar o dinheiro do próprio bolso para o prazer de realizar show para platéia ao vivo.
Abaixo, Elvis, Governador do Teneesee, Dee Stanley e Vernon no almoço

28 de fevereiro de 1967.
O coronel estava furioso pq ele tinha sido incapaz de falar com Elvis ao telefone.
Ele emitiu um aviso para Marty Lacker, cujo trabalho era manter as linhas de comunicação abertas entre ele e Elvis.

"- Nós gastamos centenas de dólares em pelo menos três semanas em chamadas telefônicas e praticamente não tenho informação alguma sobre Elvis e isto tem de parar", escreveu ele, acrescentando que " as coisas podem mudar e que o seu trabalho deve ser adequado caso contrario dou a outra pessoa, quero um contato definitivo e imediato em todos os momentos. "




CONTINUA.....................

CORONEL TOM PARKER O HOMEM QUE CONSTRUIU E DESTRUIU ELVIS PRESLEY

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ANDREAS CORNELIS VAN KUIJK
Nascido em 26 de junho de 1909 -
Falecido em 21 de janeiro de 1997,
Foi um empresário muito conhecido como o melhor gestor de Elvis Presley
.
Durante muitos anos Parker alegou ser americano, mas na verdade ele nasceu em Breda, Países Baixos. Era holandês.



Na sua gestão com Elvis Presley ele recriou o papel de gerente e foi visto como fundamental para o surpreendente sucesso da carreira de Elvis Presley.
Parker apresentou uma implacável devoção aos interesses de seu cliente.
Teve muito mais do que os tradicionais 10% do seu salário ,atingindo 25% e até 50% até ao final da vida de Elvis.

Elvis disse sobre o Coronel:



"Eu não acho que teria sido muito famoso com outro empresário. Ele é um homem muito inteligente."
Andreas Cornelius van Kuijk nasceu na Holanda. Aos dezoito anos ele veio para os Estados Unidos, mudou o seu nome e ingressou no exército.
Após servir no exército ele viajou com um circo, para Tampa, Flórida, onde trabalhou como um treinador de cães e foi dono de um cemitério para animais.




Backstage in Las Vegas during the January/February 1971 engagement:

No final de 1940 ele iniciou uma bem sucedida carreira musical como promotor de eventos.
Durante este tempo o Governador da Louisiana, Jimmie Davis lhe ofereceu o honroso título de "Coronel". Seus primeiros clientes foram Eddie Arnold, Minnie Pearl, e Hank Snow.


Seus críticos o acusaram de explorar o seu famoso cliente, enquanto que seus fãs dizem que ele foi a força motriz por detrás do sucesso Presley.
Após a morte de Elvis tornou-se controverso a relação com a família.
O litígio foi solucionado seis anos depois da morte de Elvis, quando ele vendeu gravações de Elvis para a RCA por dois milhões de dólares e diminuiu suas pretensões para a massa falida.

Em 1980, mudou-se para Las Vegas, Nevada, onde trabalhou como consultor para de entretenimento para o Hilton Hotel.

Parker foi cremado no Palm Desert Memorial, Las Vegas, Nevada, E.U.A.
O Coronel Tom Parker faz parte do folclore. As histórias que se contam sobre ele já fez muita gente dar risada: de como vendia cachorro quente só com as pontas das salsichas aparecendo, o interior do pão sem carne nenhuma, como pintava pardais de amarelo e os vendia como canários, ou como fazia seus perus dançarem colocando-os sobre uma chapa de ferro quente aquecida por uma resistência elétrica.
Durante as filmagens de "Em cada sonho um amor", em Cristal River, na Flórida, o Coronel insistiu em visitar um velho paquiderme que tinha conhecido em seus tempos de circo. Tom Parker só ficou sossegado quando chegou ao Zoo e alimentou o animal, que demonstrou reconhecê-lo, abanando a cabeça e arrastando o pé acorrentado. Na década de 30 o Coronel trabalhava com o Royal American Shows, um circo que viajava pelos Estado Unidos e Canadá num trem particular de 70 vagões. Sobre o que fazia nesse circo existem divergências: alguns afirmam que o Coronel vendia algodão doce e maçãs carameladas; outro o colocam como intendente da companhia, um trabalho de muita responsabilidade para alguém com vinte e poucos anos.

 

Tom Parker também era um homem com extraordinários poderes psíquicos.

Ele era, por exemplo, um ótimo hipnotizador. O Coronel uniu seu estilo bonachão aos seus poderes de controlar a mente produzindo cenas de irresistível humor;
Durante as filmagens de Kid Galahad, certa vez o coronel hipnotizou Sonny West, o guarda costas de Elvis, instruindo-o para que dissesse ao diretor Phil Karlson que o filme cheirava mal, a atuação era horrível, a direção era nojenta e toda a produção era uma terrível perda de tempo.
Num intervalo da filmagem, o grande, corpulento Sonny caminhou até o diretor e lançou-lhe a impressionante e insultosa conversa. O diretor ficou boquiaberto com o choque, enquanto o Coronel bebia a cena, rindo consigo mesmo e esforçando-se para que seu rosto não o traísse. Finalmente Karlson gritou:
"Quem é esse sujeito? Tirem-no daqui!" Quando lhe explicaram a piada, o diretor ficou espantado por Sonny West ter atuado tão convincentemente e sem dar um sorriso sequer. "Ele estava hipnotizado" explicou o Coronel. "Ele não poderia ter feito isso de outro jeito". Virando-se para Sonny o diretor do filme perguntou: "Isso é verdade?" "Sim Senhor, é verdade sim", admitiu Sonny. Os dotes psíquicos do Coronel não eram limitados apenas à hipnose.




O Coronel Parker foi o Mestre de seu próprio universo.
Este universo incluíam a criação do seu próprio Club, o SNOWMEN'S LEAGUE.

Consistia em um grupo de circo e produtores de carnaval em que o Coronel anteriormente participava.
O Snowmen League não tinha reuniões para celebrar e promover esta arte.
No entanto, tinha membros na lista que impulsionou alguns dos mais poderosos e bem conhecido nomes em Hollywood, incluindo executivos importantes, agentes, jornalistas, actores e músicos.


CONTINUA..................