Elvis 1956


segunda-feira, 8 de maio de 2017

LIVRO ELVIS E EU CAPITULO 29

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Continuação do livro Elvis e EU  Elvis And Me CAPITULO 29


Poucos dias depois estávamos em Memphis, onde Dee Presley ofereceu-me um pequeno chá de panela. Ao final de maio, realizamos uma grande festa em Graceland para todos os nossos amigos e parentes... e algumas fãs. Elvis e eu usamos as roupas do casamento, cumprimentamos a todos, tomamos champanhe, cortamos o bolo, exatamente como se a festa estivesse ocorrendo logo depois da cerimônia de casamento. Foi muito mais agradável e relaxado do que em Las Vegas.

Rindo e um pouco altos do champanhe, podíamos nos divertir de verdade. Não havia fotógrafos ou estranhos observando cada movimento nosso. Era divertido ver Vernon se largar.

— Quer mais champanhe, papai? — Elvis perguntava a todo instante, os olhos faiscando.

— Espero que não se importe se eu quiser, filho. Este negócio está muito bom.

— Está sim. Mas não beba demais. Não quero ver meu pai metido numa encrenca. Já percebi que está olhando muito para aquela loura. Vernon lançou um olhar rápido para a garota e respondeu, piscando um olho:

— Ela não é nada má, não acha? Vou ver se ele está precisando de alguma coisa.

Elvis virou-se para mim e comentou:

— Gosto de ver papai feliz. O pobre coitado não anda muito satisfeito ultimamente.

A recepção em Graceland foi a nossa maneira de tentar deixar todos felizes — os que não haviam tomado conhecimento da cerimônia de casamento, os que sabiam mas não puderam comparecer e os que sabiam mas não foram convidados. Era um jeito de incluir a todos, de compensar


os sentimentos por acaso magoados durante aquelas horas precipitadas em Las Vegas.

Uma pessoa que ficara bastante aborrecida fora Red West. Não fora convidado à cerimônia de casamento na suíte, apenas para a recepção depois. Creio que o motivo para Red ficar tão magoado foi o fato de Elvis não exigir a sua presença, não enfrentar a decisão do Coronel Parker de que somente a família imediata e o padrinho comparecessem. Creio também que Red queria ser o padrinho. Afinal, era quem conhecia Elvis há mais tempo, desde os tempos da escola secundária Humes. Ao descobrir que não poderia testemunhar a cerimônia, Red se recusara a comparecer. Elvis soube da decisão de Red, mas estava determinado a não permitir que qualquer coisa estragasse o casamento. Compreendi isso, mas pude imaginar como Marty Lacker foi incluído na cerimônia. Numa decisão de última hora, Elvis convidou-o também para padrinho, juntamente com Joe Esposito.

Passou muito tempo para que Red desse a volta por cima e aparecesse sem demonstrar ressentimento. Isso deixou Elvis consternado e ele discutiu o assunto com muitos de nós, justificando-se e culpando o Coronel por deixá-lo numa situação tão difícil.

— Não foi você quem tomou a decisão, mas eu — o Coronel teria dito.

— Não importa quem você escolhesse, sempre haveria alguém que ficaria furioso. Tem muita gente ao seu redor. Devia dar mais atenção às minhas palavras e se livrar de algumas dessa pessoas. Essas coisas não se repetiriam.

Há um antigo ditado sulista de que a mulher entra no casamento pensando em mudar seu homem, enquanto o homem quer que a mulher continue como era na ocasião em que se casou. Eu não queria mudar Elvis, mas tinha a ilusão romântica de que poderia mudar seu estilo de vida depois de casarmos.

Durante os primeiros dias, depois do casamento, pensei que meu sonho se convertera em realidade. Dividíamos nosso tempo entre
 


ELVIS E EU








Graceland e o rancho, onde Elvis e eu nos instaláramos num trailer grande, de três quartos.

Era típico de Elvis preferir o trailer à casa pequena e aconchegante. Ele nunca vivera num trailer antes e isso o atraía. Era completamente mobiliado, incluindo uma máquina de lavar roupa, uma secadora e uma cozinha moderna. E tornou-se muito romântico.

Eu adorava bancar a dona-de-casa. Lavava pessoalmente as roupas de Elvis, assim como as toalhas e lençóis, orgulhava-me de passar suas camisas e enrolar as meias exatamente da maneira como mamãe me ensinara. Ali estava a oportunidade de cuidar de Elvis pessoalmente.

Não havia criadas para nos mimar. Não havia quartos para abrigar todo o círculo íntimo. Eu levantava cedo, fazia o café, começava a preparar seu desjejum, com meio quilo de bacon e três ovos, depois o servia, orgulhosa, no momento em que ele acordava.

— Se ficássemos isolados em algum lugar, só nós dois, eu poderia cuidar bem de você.

Devia ser difícil para Elvis comer no instante em que abria os olhos... mas ele não ia desapontar sua esposa.

Embora o resto do grupo viajasse conosco, todos respeitavam nossa privacidade como recém-casados e nos deixavam a sós durante a maior parte do tempo. Eu compreendia a necessidade de camaradagem que Elvis tinha e que o círculo íntimo proporcionava; não queria afastá-lo das pessoas que ele amava, especialmente agora que estávamos casados. Elvis sempre criticara as esposas que tentavam mudar a situação. Ele me disse uma vez a respeito de uma esposa:

— Ela não gosta que o marido ande com a turma. Vai causar problemas no grupo.

A última coisa que eu queria era que Elvis pensasse que eu seria esse tipo de esposa, que se interpunha entre o marido e seus amigos. Decidi uma noite demonstrar minhas habilidades culinárias ao preparar para todos um dos pratos prediletos de Elvis, lasanha. Convidei os regulares, gabando-me que sabia fazer muito bem essa especialidade italiana.

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Apesar da confiança exterior, eu devo ter ligado pelo menos dez vezes para minha mãe em Nova Jérsei, conferindo e reconferindo as quantidades e medidas. Era importante para mim alcançar o sucesso. Joe Esposito, nosso único italiano e um chef gourmet, caçoou de mim durante toda a semana, dizendo que minha lasanha nunca seria tão boa quanto a sua. As brincadeiras me deixaram ainda mais nervosa. Não parava de pensar: O que sei sobre massas? Nem mesmo sou italiana.

Finalmente chegou a noite do jantar. Todos sentaram à mesa, observando-me na maior expectativa. Tentei parecer calma e confiante ao trazer a travessa arrumada com todo capricho e começar a cortar os quadrados individuais para os convidados. Notei que a lasanha parecia um pouco dura quando comecei a cortar, mas achei que a faca devia estar cega e continuei. Depois sentei, sorri ansiosa e disse:

— Por favor, comecem a comer.

Todos deram uma mordida e... pronto! Havia uma expressão chocada nos rostos de todos. Olhei para meu prato e fiquei mortificada quando compreendi que esquecera de cozinhar a massa. Elvis desatou a rir, mas quando percebeu que eu estava à beira das lágrimas tornou a pegar o garfo e pôs-se a comer, apesar da massa muito dura. Todos seguiram seu exemplo. Joe Esposito ainda ri com Freqüência 


pelo incidente, dizendo:

— Não quer fazer outra lasanha, Cilla?




 ELVIS E EU




CONTINUA,,,,,,,,,,,

LIVRO ELVIS E EU CAPITULO 28

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Continuação do livro Elvis e EU  Elvis And Me CAPITULO 28



Minha atitude em relação às formalidades normais do casamento era ingênua, sem qualquer sofisticação. Se não fosse por minha boa amiga Joan Esposito, não posso imaginar o que teria feito. Joanie foi sensacional. Fora criada no Missouri, onde a mãe estava de alguma forma metida em política.

Joanie sabia de tudo sobre etiqueta social. Antes do casamento, nunca houvera uma ocasião para formalidades — as mesmas pessoas nos visitavam há anos e estavam sempre presentes quando havia uma festa especial, como o reveillon num clube local, ou as guerras de fogos de artifício em Graceland.

Ela me lembrou de encomendar meu papel de carta personalizado, a fim de enviar bilhetes de agradecimento posteriores. Enviou nossos nomes para as melhores lojas de prataria e cristal da cidade, para que fosse mais conveniente a compra de presentes de casamento pela família e amigos. Eu jamais comparecera a qualquer casamento tão grande quanto o nosso... nem de longe. Sentia-me muito nervosa. Fui tomada de surpresa pela generosidade dos chás de panela. Sempre me parecera que Graceland tinha tudo o que uma pessoa podia desejar. Estávamos satisfeitos com o que havia ali, mais algumas coisinhas que eu comprara ao longo dos anos, como pratos lisos e copos simples (para o caso de reposição).

— O que há de errado com estas coisas? — indaguei.

Fora criada para ser prática e isso estava se tornando evidente. Joanie introduziu-me aos aparelhos de luxo, o que havia de melhor em prata, cristal e porcelana — Bacarat, Lenox, Steuben.

A cerimônia de casamento foi a primeiro de maio de 1967. O Coronel Parker cuidou de tudo. Seu plano era que Elvis e eu seguíssemos de carro de Los Angeles para nossa casa alugada em Palm Springs no dia anterior ao casamento, a fim de que quaisquer repórteres inquisitivos que suspeitassem do evento pensassem que a cerimônia ocorreria lá.



Na verdade, planejávamos levantar antes do amanhecer no dia do casamento e voar de Palm Springs para Las Vegas, onde passaríamos pelo cartório às sete da manhã, a fim de pegar a licença para o casamento. De lá seguiríamos imediatamente para o Aladdin Hotel. Ali trocaríamos de roupa, faríamos uma pequena cerimônia na suíte do proprietário do hotel e depois — era o que esperávamos — deixaríamos a cidade antes que a notícia se espalhasse.

O tempo era essencial. Sabíamos que a notícia se espalharia pelo mundo assim que solicitássemos a licença para o casamento. Foi justamente o que aconteceu. Poucas horas depois de obtermos a licença, o escritório de Rona Barrett começou a telefonar para indagar se os rumores sobre o casamento eram verdadeiros.

Elvis e eu seguimos o plano do Coronel, mas enquanto corríamos de um lado para o outro, durante o dia, não pudemos deixar de pensar que nos daríamos mais tempo se tivéssemos de fazer tudo de novo. Ficamos particularmente aborrecidos pela maneira como nossos amigos e parentes acabaram sendo afastados. O Coronel até disse a alguns dos rapazes que a sala era muito pequena para caber a maioria e suas esposas e não havia tempo de mudar para uma sala maior. Infelizmente, já era tarde demais para mudar qualquer coisa quando Elvis descobriu.

Agora, recordo às vezes a confusão daquela semana e me pergunto como foi possível que as coisas escapassem inteiramente ao nosso controle. Eu gostaria de ter tido a força para declarar na ocasião: "Vamos com calma. Este é o nosso casamento, com ou sem fãs, com ou sem imprensa. Vamos convidar quem quisermos e realizá-lo onde quisermos!"

A impressão foi de que a cerimônia acabou um instante depois de começar. Fizemos as promessas. Éramos agora marido e mulher. Lembro dos flashes espocando, os parabéns de papai, as lágrimas de felicidade de mamãe.

Eu daria qualquer coisa por um momento a sós com meu marido. Mas fomos imediatamente levados a uma sessão fotográfica, depois a uma entrevista coletiva e finalmente a uma recepção, com mais fotógrafos.

Sra. Elvis Presley. Era diferente, soava muito melhor que os rótulos anteriores, como "companheira constante", "namorada adolescente", "Lolita



ELVIS E EU


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de plantão", "amante". Pela primeira vez, eu era aceita por todos os nossos conhecidos e pela maioria do público. Havia exceções, é claro — as que acalentavam alguma esperança de que poderiam um dia conquistar Elvis. Eu não podia compreender isso na ocasião. Estava apaixonada e imaginava que todas seriam felizes por nós.

Senti-me orgulhosa quando li nos jornais que eu fora o segredo mais bem guardado de Hollywood; era maravilhoso ser reconhecida. Estavam encerrados os anos de dúvida e insegurança, sem saber se eu pertencia e a que lugar.

Eu estava ao mesmo tempo exausta e aliviada quando finalmente voltamos a Palm Springs, no Learjet de Frank Sinatra, o Christina. Havia mais fotógrafos e repórteres à nossa espera quando desembarcamos e outros se postavam diante de nossa casa. Fiquei surpresa ao constatar que Elvis estava se comportando muito bem, levando em consideração o nervosismo que demonstrava por aquele compromisso supremo. Contudo, ele foi simpático com a imprensa e enfrentou tranqüilo os intermináveis pedidos de poses dos fotógrafos, algo que normalmente só podia suportar por curtos períodos. Além de todo o resto, não dormíamos há quase 48 horas.

À sua maneira, Elvis estava determinado a fazer com que o dia do casamento fosse especial para nós. Ele gracejou com Joe Esposito, indagando:

— É assim que se faz?

Ele carregou-me no colo pelo limiar da casa, cantando "The Hawaiian Wedding Song". Parou e deu-me um beijo longo e apaixonado, depois subiu a escada e levou-me para o quarto, com toda a turma rindo e aplaudindo.

Ainda era dia e o sol brilhava forte pelas janelas do quarto quando Elvis colocou-me no meio da cama enorme, com extremo cuidado. Tenho a impressão de que ele não sabia realmente o que fazer comigo. Afinal, Elvis me protegera e salvara por muito tempo. Estava agora compreensivelmente hesitante em consumar todas as promessas sobre a excelência daquele momento.


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Recordando agora, não posso deixar de rir ao pensar como nós dois estávamos nervosos. Poder-se-ia até imaginar que era a primeira vez em que ficávamos juntos em circunstâncias tão íntimas.

Gentilmente, os lábios de Elvis se encontraram com os meus. Depois, ele me fitou fundo nos olhos e disse, a voz suave, enquanto me puxava contra o seu corpo:

— Minha esposa... amo você, Cilla...

Ele cobriu meu corpo com o seu. A intensidade da emoção que eu experimentava era eletrizante. O desejo e ansiedade que haviam se acumulado em mim ao longo dos anos explodiram num frenesi de paixão. Ele teria imaginado como seria para mim? Planejara durante todo o temo? Jamais saberei. Mas sei com certeza que, ao passar de moça para mulher, toda a longa, romântica e ao mesmo tempo frustrante aventura que Elvis e eu partilháramos parecia ter valido a pena. Tão antiquado quanto isso possa parecer, éramos agora um só. Era algo especial. Ele fez com que fosse especial, como acontecia com qualquer coisa de que se orgulhasse.




ELVIS E EU




CONTINUA,,,,,,,,,
 
 





AS JUMPSUITS DO REI PARTE 10




Queridos Amigos Fás e Seguidores Do Blog ELVIS THE MAN, trazemos para todos a decima parte de  AS JUMPSUITS DO REI, esta sessão que traz a historia dos lendários trajes usados pelo REI durante suas maravilhosas apresentações ao vivo que maravilharam o mundo de 1969 há 1977,
para hoje teremos mais um belo traje usado em suas apresentações no ano de 1970 e o traje de hoje será o White Brocade & Silver Trim. vamos conhece-lo ?





White Brocade & Silver Trim é um macacão branco de uma cor. Ao redor da abertura do peito e do colarinho alto você pode ver um bordado bonito de quatro polegadas de largura. O desenho padrão assemelha-se a duas cabras que estão com  o chifre de encontro um ao outro  nas cores  branco prata,  ouro e  preto. Em cada lado das mangas, há três botões brancos no punho.

  Ao redor da cintura, Elvis usava um cinto de tecido macramé, amarrado no lado esquerdo. Como de costume, as cordas no final do cinto estavam penduradas até os joelhos. A correia é branca com listras escuras horizontais na parte superior e inferior.





Elvis usou o White and Silver Brocade ou o White Sleek, como também é chamado, na temporada 2 de Las Vegas e em Houston Astrodome, Texas, em 28 de fevereiro de 1970, às 19h45, bem como no show de encerramento em 1º de março de 1970, 00. Foi usado também durante a terceira estação em Vegas em 1970, provavelmente no show do jantar As 00. Este terno foi exibido em Graceland, e está armazenado em seus arquivos hoje. O cinto foi vendido em leilão em 7 de outubro de 1995 e provavelmente ainda está em uma coleção particular.
 
 
 
 
LOCAIS E DATAS EM QUE ELVIS USOU ESTE TRAJE
 
 
DATAS
 
16/02/1970
 
28/02/1970
 
01/03/1970
 
06/09/1970
 
 
 
 
LOCAIS DAS APRESENTAÇÕES
 
International Hotel
 
Houston Astrodome
 
 
 
 
 
CIDADES DAS APRESENTAÇÕES
 
Las Vegas, Nevada
 
Houston, Texas
 
 
 
 
 
 
 
HORARIOS DAS APRESENTAÇÕES
 
SHOWS EM LAS VEGAS
 
20h15 (Dinner)
 
 
SHOWS EM HOUSTON TEXAS
 
19h45
 
19h00
 
 
 
 
TOTAL DE PUBLICO EM APRESENTAÇÕES
 
 
PRIMEIRO SHOW EM LAS VEGAS
 
2,200 PESSOAS  LOTAÇAO ESGOTADA
 
 
SEGUNDO SHOW EM LAS VEGAS
 
2,200 PESSOAS LOTAÇAO ESGOTADA
 
 
 
 
PRIMEIRO SOHW EM HOUSTON TEXAS
 
 43,614 PESSOAS



SEGUNDO SHOW EM HOUSTON  TEXAS

27,777 PESSOAS






TRAJES USADOS PELOS MUSICOS

Black suits








FOTOS DE ELVIS COM O TRAJE




















CONTINUA,,,,,,,,,,,